Once again in Heavy Duty (Rio de Janeiro), to our loyal home crowd. DJ Terror and Uncle Bruce in charge of production, and the best sound for vocals ever!!!
Esta história tá mal contada, mas dá pra contar direitinho.
Jogador de futebol de família desestruturada sai do interior de MG e por fim conquista fama e fortuna no Rio. E o que os jogadores de futebol fazem com a grana que ganham? Sustentam “amigos” para executar por eles aquilo que a fama agora os impede de fazer, e organizam orgias nas horas vagas.
Garota de família igualmente desestruturada (o pai teria estuprado uma outra filha de 13 anos) sai do RS e atrás de seu sustento acaba se tornando atriz pornô e garota de programa no RJ.
Numa dessas orgias, os dois se encontram.
E como tudo já passou do limte da loucura, transam sem camisinha. Ele, por não estar nem aí, drogado, talvez? Ela, na esperança de engravidar de um ricaço. (E a essa altura, será que é mesmo dele? Pra quem mais ela deu sem camisinha? – nos filmes, de 2007, conto pelo menos 2. Bem, se o filho não for dele, ironia das ironias, estragou algumas vidas à toa.)
O tempo passa, ela grávida começa a querer dinheiro. Ele vai enrolando como pode. Até que a situação vai ficando insuportável, ele resolve chama-la para conversar, com direito a porrada e remedio pra abortar.
Não abortou. Agora continua pressionando. Não tem opção, é desespero por desespero. E ele, que nunca teve estrutura pra isso, manda os “amigos” darem um “jeito” nisso.
E deram, como se viu.
O amigo ex-policial finaliza a moça com uma gravata. A esposa toma conta do bebe. Um menor de idade ve o ocorrido, e passa a ter surtos psicóticos, em que vê a morta. Conta tudo à policia. A casa cai.
Agora, sabem o que vai acontecer?
Daqui a 1 ano, algum pai vai matar o filho ou algum filho vai matar o pai, ou algum aviao vai cair (me recordo de 3 no passado recente), ou algum artista ou político vai ter uma doença grave, vai começar o BBB 11, vem aí eleição, ano novo, carnaval, e tudo estará esquecido.
Os amigos vão assumir a autoria, para blindar o “chefe”. O menor que deu com a língua nos dentes vai sumir, e ninguem vai se lembrar dele. Do contrário, como poderia daqui a uns 2 ou 3 anos – que é o tempo máximo que alguém fica preso por matar alguem no Brasil – ele retomar sua carreira, em algum clube menor, na segunda divisão de MG, ou mesmo na Europa, longe dos olhares, e continuar bancando todos, até se aposentar ?
Esta estratégia é, pela lógica, a única defesa deles. Caso o “chefe” tenha que assumir a autoria, acaba a grana até pra pagar advogados pra ajudar a livrar a cara do restante da galera.
Eles vão acabar todos soltos e tranquilos feito umas Suzanes Von Richtofen, uns Guilhermes de Pádua, uns agentes do DOI-CODI.